A verdade é que esse blog foi uma ideia meio furada que a gente teve. Típico de crianças, certo? Formar alguma coisa e não levar pra frente. Mas o CPR foi a melhor coisa que a gente já inventou. Tudo bem que não foi do jeito que a gente queria, com aquela coisa de senha e juramento, mas foi incrível mesmo assim. Eu gostei. Eu gosto, aliás. O Clube das Primas sempre foi o meu lugar preferido de se estar. Mesmo quando a Isabella não parava de falar. Ou quando a Júlia queria algo que não estava programado pra ser dela. Ou quando a Ana resolvia que era a hora de ler. Ou, até mesmo, quando a Laura surgia do nada e fazia o tipo de coisa que as primas mais novas fazem. Em Itaperuna, Niterói, Teressopolis, Sossego ou Itaipava, nós conseguimos formar um tipo estranho de vínculo que, eu peço muito, para nunca ser quebrado. É algo muito além de uma mera brincadeira de faz-de-conta (Tailung) ou um pique-esconde (que, no caso, era o único tipo de pique brincavel, já que a prima mais velha não gosta...